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Temos 64 visitantes em linha| Generosidade – Oração – Silêncio |
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No clima pós-conciliar, na eminência da preparação ao nosso Capítulo especial celebrado em 1969, Madre Mª Lúcia Ricci, durante o curso de Exercícios Espirituais para as responsáveis das casas e irmãs mais velhas (Ariccia 8-16 de Maio 1967), escreve a Madre Escolástica: “Agradeço-lhe pelas propostas belas e úteis. A maior parte poderá ser material útil para este questionário do Capítulo especial. Peço-lhe para amanhã, quarta-feira 10, às 9h15, que faça a instrução dos Exercícios – sempre sobre o tema: “Renovamento da vida religiosa” com a espontaneidade que a caracteriza. Agradeço-lhe em nome de todas. Ir. Mª Lúcia.” E, com espontaneidade, Madre Maria Escolástica fez a instrução, preparando-a antes com um guião escrito, que mantem a actualidade para hoje, no clima de acolhimento e assimilação do renovado texto da Regra de Vida. Leiamos a mensagem da nossa “primeira Madre”: “Para a renovação da vida religiosa, o decreto Perfectae Caritatis propõe antes de mais que se procure regressar às origens e aprofundar o espírito do próprio Instituto. O Primeiro Mestre diz: “Sois apenas nascidas, portanto há bem pouco para reverem”. Os inícios da nossa Família Religiosa foram muito simples; é preciso conservar o que então se praticava: espírito de generosidade, de oração, de amor ao silêncio. Quem se quer tornar santa encontra sempre muitas ocasiões, agora como no início, cada uma no próprio lugar: não será para todas da mesma maneira, mas cada uma demonstra o amor a Deus de modo sincero, com o cumprimento generoso e fiel do seu dever, sem medir o sacrifício que a fidelidade pode requerer; antes, o próprio sacrifício torna-se fonte de alegria, porque é um meio de oferta ao Senhor, qual prova do nosso amor. Outra nota das nossas origens: o silêncio. É neste clima que se vive em união com Deus e se progride. No amor de Deus deve alimentar-se o amor ao próximo num sincero e constante exercício de caridade. Esta é substancialmente a nossa renovação na vida espiritual e religiosa: revigorar a nossa vida religiosa com a piedade sempre mais sentida, sempre mais consciente, sempre mais inteligente; com o amor recíproco e com a observância do silêncio. Existem muitas coisas bonitas para serem feitas, e serão feitas; devemos agradecer ao Senhor por tudo o que foi feito e por aquilo que se fará no futuro. O que querem saber? O Senhor dá-lo-á a conhecer a seu tempo, no entretanto rezamos. Jamais perder a nossa confiança, perseverar mesmo que nunca vejamos o resultado, o Senhor atende sempre. O caminho da Pia Discípula é um caminho de simplicidade, característica que agrada aos olhos de Deus e dos homens. É necessário que olhemos sempre a quanto nos indicam as nossas Constituições, das quais se pode dizer que foram feitas já segundo o espírito da renovação. (...) Há depois a fidelidade aos actos comuns. Quantas vezes custa, mas quantos méritos! Uma das causas pelas quais se descuida a disciplina é porque uma é menos fiel do que a outra nos actos comuns e, em vez de se encorajarem reciprocamente, reciprocamente se atrasa. Peçamos a Nossa Senhora a graça de sermos humildes e sábias! A humildade faz com que estejamos no nosso lugar, a sabedoria faz-nos encontrar o modo para estramos sempre prontas, sempre exactas em todas as coisas. Será possível que algumas devem chegar sempre tarde em todo o lado? Há casos particulares, necessidades verdadeiras, mas é preciso habituarmo-nos a ser solícitas, no que depende da vontade, para que se chegue a tempo. Este modo de agir, para além de ser um acto de disciplina, é um acto de caridade em relação às irmãs que de outra maneira terão de esperar mais tempo. Ter e conciliar motivos sobrenaturais que conduzam à observância, à virtude, à disciplina, ao sacrifício. Custa deixar certas coisas, superá-las, mas se se têm motivos sobrenaturais, de apostolado, então torna-se mais fácil, porque se sabe que a mortificação é para o bem às almas. Entre as belas intenções recordar sempre: as vocações!”
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| A comunicação para além da palavra |
Madre Escolástica Rivata: o seu testemunho profético para o mundo de hojeir. Joseph Oberto, pddmROMA, domingo 15 julho 2012 (ZENIT).-
Em 1924, o beato Tiago Alberione escolhe a jovem Úrsula, que assumirá o nome de Irmãs Escolástica da Divina Providência, para dar vida às Pias Discípulas do Divino Mestre. Uma mulher sem cursos ou diplomas mas com a sabedoria atingida quotidianamente, desde a adolescência, na fonte da Eucaristia. Acolheu, fez nascer e crescer, no meio de muitas provas, o carisma de uma nova instituição, num estilo de silêncio e de discrição mas com o timbre de “mulher de comunicação”. |
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